quinta-feira, 14 de julho de 2011 20:00 BRT
SÃO PAULO (Reuters) - A Usiminas fechou um acordo estimado, a valores presentes, em mais de 1 bilhão de dólares para explorar as minas de minério de ferro da MBL Materiais Básicos, em Minas Gerais.
Pelo contrato anunciado nesta quinta-feira, a Mineração Usiminas --unidade do grupo mineiro-- pagará 7,50 dólares por tonelada extraída das reservas da MBL, estimadas em 145 milhões de toneladas. O valor será reajustado em linha com a variação do preço internacional do minério.
A MBL tem direitos minerários que fazem divisa com os da Mineração Usiminas, na região de Serra Azul (MG), permitindo maior aproveitamento das reservas da própria siderúrgica. A estimativa é que, com isso, serão liberadas 253 milhões de toneladas das reservas da Mineração Usiminas.
"Esse é o nosso maior passo na nossa estratégia de verticalização através da mineração. O acordo com a MBL é o inicio do processo de otimização dos nossos ativos de mineração que vão permitir a produção mais eficiente de aço e a custos menores", disse à Reuters o diretor-executivo da Mineração Usiminas, Wilfred Bruijn.
A previsão é que a Mineração Usiminas atinja até 2015 capacidade de produção de minério de ferro de 29 milhões de toneladas.
COMPRA DE ESTOQUE
O acordo com a MBL prevê ainda a compra de estoque de 6 milhões de toneladas de minério de ferro pela Mineração Usiminas ao preço de 12,50 dólares por tonelada, com valor total de 75 milhões de dólares a ser pago em parcelas.
Além disso, inclui uma unidade da MBL para beneficiamento de minério com capacidade de 1 milhão de toneladas por ano.
O contrato tem prazo de 30 anos ou até o esgotamento das reservas, segundo a Usiminas.
Em junho do ano passado, a Usiminas acertou a venda de 30 por cento de seu negócio de mineração para a japonesa Sumitomo por até 1,93 bilhão de dólares.
Questionado sobre planos de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) ou de busca de mais um sócio estratégico para a Mineração Usiminas, Bruijn disse que "é uma possibilidade, não está na pauta de assuntos prioritários, mas em algum momento poderá acontecer".
Ibov
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Fechamento do mercado
IBOV repicou encima de seu ultimo suporte natural, os 59.700. Ainda temos os 59.100 como tabua desalvação, mas a volatilidade será garantida.
Ficou para amanhã alguma definição de tendência, se o mercado continua a cair, machucando até os grandes players, ou se alavancam alta e talves venha um repike mais forte ou até uma reversão de curto prazo.
O volume negociado hoje de quase 7 bi demonstra com a alta de 1,6% talvez mostre o desmonte de posições vendidas a algum tempo. Quando for disponibilizado o monitor nos informaremos.
O cade aprovou a fusão de BRFS, e o mercado reagiu muito bem(inclusive o papel ficou congelado até as 15:00hrs, cedeu um pouco do pico e fechou com masi de 10% de alta.
Amanhã a agenda antes da abertura é pesadissíma, com dados americanos a rodo às 09:30hrs.
Abraços...
K....
Ficou para amanhã alguma definição de tendência, se o mercado continua a cair, machucando até os grandes players, ou se alavancam alta e talves venha um repike mais forte ou até uma reversão de curto prazo.
O volume negociado hoje de quase 7 bi demonstra com a alta de 1,6% talvez mostre o desmonte de posições vendidas a algum tempo. Quando for disponibilizado o monitor nos informaremos.
O cade aprovou a fusão de BRFS, e o mercado reagiu muito bem(inclusive o papel ficou congelado até as 15:00hrs, cedeu um pouco do pico e fechou com masi de 10% de alta.
Amanhã a agenda antes da abertura é pesadissíma, com dados americanos a rodo às 09:30hrs.
Abraços...
K....
Conjuntura: Ritmo de vendas no comércio recuou de 12,2% em dezembro para 10,5% em maio
Sinais de desaceleração são mais fracos no varejo do que na indústria
Arícia Martins, Bruno De Vizia, Luciano Máximo e Rafael Rosas | De São Paulo e do Rio
13/07/2011
Texto:-A +A
O cruzamento de dados do varejo e da indústria mostra que a desaceleração da atividade econômica é muito mais resistente no comércio do que na produção industrial. Enquanto o ritmo de crescimento na fabricação de bens de consumo passou de 6,4% no fim de 2010 para 2,3% nos 12 meses encerrados em maio, as vendas do comércio ampliado em volume, na mesma comparação, fecharam 2010 com alta de 12,2% e passaram para 10,5% no acumulado de 12 meses terminados em maio.
A análise dos resultados da Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PMC-IBGE), divulgada ontem, divide os analistas. Enquanto alguns veem as vendas como sinal de um mercado ainda aquecido e, por isso, mais um indicador que reforça a necessidade de medidas adicionais do Banco Central, outros destacam que as medidas macroprudenciais estão sim fazendo efeito sobre o varejo, o que não exigiria aumentos extras na taxa básica de juros (além do 0,25 ponto esperado para a próxima semana) ou novas medidas de restrição ao crédito.
O volume de vendas do comércio varejista restrito cresceu 0,6% em maio frente a abril, com ajuste sazonal. No comércio ampliado, que inclui veículos, motos e partes e materiais de construção, o avanço na mesma base foi de 1%, também na série livre de sazonalidades e em volume. Na comparação com 2010, o varejo também cresce bem acima da produção: 7,4% (restrito) e 9,5% (ampliado) em comparação a uma produção 1,8% maior no total da indústria e 0,9% superior em bens de consumo.
Para o economista-chefe da RC Consultores, Fábio Silveira, os resultados do varejo são compatíveis com o momento da economia e não justificam mais um aumento da Selic, hoje em 12,25%. Os dados anuais chamaram sua atenção. O segmento que inclui automóveis cresceu 25,9% em maio frente ao mesmo mês do ano anterior, e o de móveis e eletrodomésticos, 20,4%. O varejo ampliado teve alta de 12,8% na mesma comparação. "Os dois estão destoando, mas ainda não podemos dizer que há evidente evolução acentuada desses segmentos, sinalizando que as medidas [macroprudenciais] são insuficientes", avalia Silveira.
Segundo o economista-chefe da RC, o varejo mostra desaceleração se forem observados os setores nos quais os consumidores fazem seus gastos correntes, como o de bens não duráveis, com avanço de 1,9% sobre maio de 2010, e o de tecidos, vestuário e calçados, com crescimento de 5,6% na mesma ordem.
Alguns economistas, por outro lado, esperavam um recuo maior no ritmo de crescimento das vendas em maio e acreditam que a pesquisa de comércio reforça a tendência de um ajuste mais prolongado na Selic. "Esperávamos uma desaceleração um pouco maior do varejo no primeiro semestre, mas ela ainda não está ocorrendo no ritmo que projetámos", afirma Thaís Marzola Zara, economista-chefe da Rosenberg & Associados, para quem os dados do varejo "reforçam a expectativa de uma Selic de 13% no final do ano e tornam possível a adoção de mais medidas macroprudenciais".
Para Thaís, as medidas macroprudenciais adotadas pelo governo em dezembro do ano passado devem afetar mais fortemente o varejo nos próximos seis meses. "Há uma defasagem entre a implantação [de medidas] e seu efeito, e talvez a dosagem ainda não tenha sido suficiente", explica.
O economista Ricardo Denadai, da Santander Asset Management, toma como exemplo o setor automotivo para explicar os eventuais impactos das medidas do BC no consumo. Segundo ele, as concessões de crédito para a compra de veículos recuaram e já começam a afetar as vendas e há um elevado nível de estoque nas montadoras. "Embora as vendas de carros no ano ainda tenham vindo forte, dá para dizer que elas se estabilizaram num patamar bastante alto e pararam de expandir. O efeito das macroprudenciais está aí, mas se deu mais no sentido de evitar a continuidade da expansão das vendas do que impor algum tipo de recuo", pondera Denadai.
Para Fernando Montero, da Corretora Convenção, as medidas macroprudenciais não afetam tanto o varejo por causa do câmbio valorizado. "O consumo de importados continua aumentando", diz. Ele também diz que as restrições do BC não têm efeito de forma isolada, elas sofrem influência da taxa básica de juros e da política fiscal do governo. "Acredito nas macroprudenciais combinadas com a desaceleração fiscal para afetar a atividade, por isso o varejo e a indústria crescerão menos a partir de junho. Mas o movimento de aceleração voltará a partir do ano que vem, com mais gastos governamentais e aumentos de salários indexados", argumenta Montero.
O teor do Relatório de Inflação do BC do segundo trimestre do ano - e não os dados de maio de varejo e indústria - levou o Santander Asset Management e a Convenção a ampliar suas expectativas de alta na Selic de 12,50% para 12,75% para o fim deste ano.
Para José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do banco Fator, a diferença entre a produção industrial e a venda no varejo é explicada pelo aumento das importações. O crescimento do varejo está sendo atendido pela importação, de modo que o crescimento menor da produção industrial não é necessariamente efeito da política monetária, diz ele. A projeção do Fator para a taxa de juros no final do ano foi revista para 12,75% antes dos dados de vendas do varejo.
Na avaliação de Reinaldo Pereira, gerente da coordenação de serviços e comércio do IBGE, os preços mais baratos de produtos importados ajuda a explicar o desempenho do varejo. "Independentemente das medidas macroprudenciais, as atividades mais sensíveis ao crédito continuam fluindo", disse. "O crédito pode estar mais restrito, mas tem justificativa [para que as vendas cresçam], que está no preço", ponderou.
Arícia Martins, Bruno De Vizia, Luciano Máximo e Rafael Rosas | De São Paulo e do Rio
13/07/2011
Texto:-A +A
O cruzamento de dados do varejo e da indústria mostra que a desaceleração da atividade econômica é muito mais resistente no comércio do que na produção industrial. Enquanto o ritmo de crescimento na fabricação de bens de consumo passou de 6,4% no fim de 2010 para 2,3% nos 12 meses encerrados em maio, as vendas do comércio ampliado em volume, na mesma comparação, fecharam 2010 com alta de 12,2% e passaram para 10,5% no acumulado de 12 meses terminados em maio.
A análise dos resultados da Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PMC-IBGE), divulgada ontem, divide os analistas. Enquanto alguns veem as vendas como sinal de um mercado ainda aquecido e, por isso, mais um indicador que reforça a necessidade de medidas adicionais do Banco Central, outros destacam que as medidas macroprudenciais estão sim fazendo efeito sobre o varejo, o que não exigiria aumentos extras na taxa básica de juros (além do 0,25 ponto esperado para a próxima semana) ou novas medidas de restrição ao crédito.
O volume de vendas do comércio varejista restrito cresceu 0,6% em maio frente a abril, com ajuste sazonal. No comércio ampliado, que inclui veículos, motos e partes e materiais de construção, o avanço na mesma base foi de 1%, também na série livre de sazonalidades e em volume. Na comparação com 2010, o varejo também cresce bem acima da produção: 7,4% (restrito) e 9,5% (ampliado) em comparação a uma produção 1,8% maior no total da indústria e 0,9% superior em bens de consumo.
Para o economista-chefe da RC Consultores, Fábio Silveira, os resultados do varejo são compatíveis com o momento da economia e não justificam mais um aumento da Selic, hoje em 12,25%. Os dados anuais chamaram sua atenção. O segmento que inclui automóveis cresceu 25,9% em maio frente ao mesmo mês do ano anterior, e o de móveis e eletrodomésticos, 20,4%. O varejo ampliado teve alta de 12,8% na mesma comparação. "Os dois estão destoando, mas ainda não podemos dizer que há evidente evolução acentuada desses segmentos, sinalizando que as medidas [macroprudenciais] são insuficientes", avalia Silveira.
Segundo o economista-chefe da RC, o varejo mostra desaceleração se forem observados os setores nos quais os consumidores fazem seus gastos correntes, como o de bens não duráveis, com avanço de 1,9% sobre maio de 2010, e o de tecidos, vestuário e calçados, com crescimento de 5,6% na mesma ordem.
Alguns economistas, por outro lado, esperavam um recuo maior no ritmo de crescimento das vendas em maio e acreditam que a pesquisa de comércio reforça a tendência de um ajuste mais prolongado na Selic. "Esperávamos uma desaceleração um pouco maior do varejo no primeiro semestre, mas ela ainda não está ocorrendo no ritmo que projetámos", afirma Thaís Marzola Zara, economista-chefe da Rosenberg & Associados, para quem os dados do varejo "reforçam a expectativa de uma Selic de 13% no final do ano e tornam possível a adoção de mais medidas macroprudenciais".
Para Thaís, as medidas macroprudenciais adotadas pelo governo em dezembro do ano passado devem afetar mais fortemente o varejo nos próximos seis meses. "Há uma defasagem entre a implantação [de medidas] e seu efeito, e talvez a dosagem ainda não tenha sido suficiente", explica.
O economista Ricardo Denadai, da Santander Asset Management, toma como exemplo o setor automotivo para explicar os eventuais impactos das medidas do BC no consumo. Segundo ele, as concessões de crédito para a compra de veículos recuaram e já começam a afetar as vendas e há um elevado nível de estoque nas montadoras. "Embora as vendas de carros no ano ainda tenham vindo forte, dá para dizer que elas se estabilizaram num patamar bastante alto e pararam de expandir. O efeito das macroprudenciais está aí, mas se deu mais no sentido de evitar a continuidade da expansão das vendas do que impor algum tipo de recuo", pondera Denadai.
Para Fernando Montero, da Corretora Convenção, as medidas macroprudenciais não afetam tanto o varejo por causa do câmbio valorizado. "O consumo de importados continua aumentando", diz. Ele também diz que as restrições do BC não têm efeito de forma isolada, elas sofrem influência da taxa básica de juros e da política fiscal do governo. "Acredito nas macroprudenciais combinadas com a desaceleração fiscal para afetar a atividade, por isso o varejo e a indústria crescerão menos a partir de junho. Mas o movimento de aceleração voltará a partir do ano que vem, com mais gastos governamentais e aumentos de salários indexados", argumenta Montero.
O teor do Relatório de Inflação do BC do segundo trimestre do ano - e não os dados de maio de varejo e indústria - levou o Santander Asset Management e a Convenção a ampliar suas expectativas de alta na Selic de 12,50% para 12,75% para o fim deste ano.
Para José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do banco Fator, a diferença entre a produção industrial e a venda no varejo é explicada pelo aumento das importações. O crescimento do varejo está sendo atendido pela importação, de modo que o crescimento menor da produção industrial não é necessariamente efeito da política monetária, diz ele. A projeção do Fator para a taxa de juros no final do ano foi revista para 12,75% antes dos dados de vendas do varejo.
Na avaliação de Reinaldo Pereira, gerente da coordenação de serviços e comércio do IBGE, os preços mais baratos de produtos importados ajuda a explicar o desempenho do varejo. "Independentemente das medidas macroprudenciais, as atividades mais sensíveis ao crédito continuam fluindo", disse. "O crédito pode estar mais restrito, mas tem justificativa [para que as vendas cresçam], que está no preço", ponderou.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Ibov Semanal
Ibov semanal paroou exatamente em sua m200, nos 59.700 pts, inclusive sendo ultimo suporte de movimento de MP.
Para se ter uma ideia, o indice não fica abaixo deste patamar desde maio de 2010 e Novembro de 2009.
Estamos no limite de uma queda sem precedentes no mercado acionário brasileiro.
Das 2 ultimas vezes que pisamos nos 59.000 pts, fomos no primeiro a 64.000 e no segundo para o TH do indice nos 73.000 pts.
A perda deste patamar vai ser para arrebentar corações...poderemos ver quedas de mais de 5% no indice em apenas 1 dia.....e caso a situação da europa se complique, caso os governantes de lá não se mexam rapidamente, poderemos rever as cenas da crise de 2008 novamente nas telas de nossos computadores e televisões de nossas casas.
O futuro esta nebuloso.....
Abraços....
K..........
Para se ter uma ideia, o indice não fica abaixo deste patamar desde maio de 2010 e Novembro de 2009.
Estamos no limite de uma queda sem precedentes no mercado acionário brasileiro.
Das 2 ultimas vezes que pisamos nos 59.000 pts, fomos no primeiro a 64.000 e no segundo para o TH do indice nos 73.000 pts.
A perda deste patamar vai ser para arrebentar corações...poderemos ver quedas de mais de 5% no indice em apenas 1 dia.....e caso a situação da europa se complique, caso os governantes de lá não se mexam rapidamente, poderemos rever as cenas da crise de 2008 novamente nas telas de nossos computadores e televisões de nossas casas.
O futuro esta nebuloso.....
Abraços....
K..........
Moody´s rebaixou a Irlanda
Moody´s rebaixou a divida da Irlanda de grau Baa3 para "lixo". Esse foi o motivo da entregada de fim de dia.
Mas o que esquenta a panela essa semana por lá mesmo é a Italia. A Irlanda ja recebeu ajuda, e o rebaixamento é sobre o pagamento de dividas em 2013.
Mas o que esquenta a panela essa semana por lá mesmo é a Italia. A Irlanda ja recebeu ajuda, e o rebaixamento é sobre o pagamento de dividas em 2013.
Entregou no final
Ao longo do dia o movimento de compra e fechamento de posição vendida foi muito forte, porém no fim do dia, faltando 30 minutos para acabar o pregão o mercado entregou junto com o DJ, que saiu de 0,2% positivo para -0,6%.
Mesmo com o fechamento em terreno negativo, e abaixo de 60.000k a força compradora se mostrou presente neste pregão. Vamos aguardar até amanhã, pois caso haja mais um pregão em terreno negativo, a possibilidade de quedas acentuadas será muito maior.
Ou mercado decide repikar e ir testar os 64.000 ou éh 57.000 na paulada.
Abraços...
K.............
Mesmo com o fechamento em terreno negativo, e abaixo de 60.000k a força compradora se mostrou presente neste pregão. Vamos aguardar até amanhã, pois caso haja mais um pregão em terreno negativo, a possibilidade de quedas acentuadas será muito maior.
Ou mercado decide repikar e ir testar os 64.000 ou éh 57.000 na paulada.
Abraços...
K.............
Mercado pivotando alta
Pode ser um fundo duplo e formação de W no diario do ibov.....ainda é cedo para ter certeza, mas parece que o mercado acordou para as promoções....
Fibr na 1º hora de hoje esta com volume igual ao pregão inteiro de ontem....
Fibr na 1º hora de hoje esta com volume igual ao pregão inteiro de ontem....
segunda-feira, 11 de julho de 2011
E a Lazanha ta saindo do forno...
O medo ainda é de para assinar o acordo a BRFS tenha que fazermais concessões do que possa....
O papel reage bem hoje frente a queda generalizada no mundo.
Cade e BRF avançam em diálogo; votação é esperada na 4a--fontes
segunda-feira, 11 de julho de 2011 13:12 BRT
BRASÍLIA/SÃO PAULO - As negociações entre o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Brasil Foods (BRF) caminharam na última semana, mas ainda restam alguns itens para serem definidos antes de um acordo, disseram fontes próximas da negociação nesta segunda-feira.
A proposta que está na mesa envolve a alienação de marcas e até de ativos, disse uma das fontes, que não deu detalhes sobre o que está sendo fechado nas conversas entre Cade e BRF.
Jornais publicaram no final de semana que a BRF, que resultou da compra da Sadia pela Perdigão, negocia um acordo que prevê a suspensão temporária da marca Perdigão nos segmentos em que existe maior concentração de mercado.
"Acordo só está fechado quando é aprovado. Mas as conversas têm avançado", disse à Reuters uma das fontes que participa da negociação com o Cade.
Procurados, representantes da BRF não estavam imediatamente disponíveis para comentar o caso.
Executivos da BRF tiveram três reuniões no Cade na semana passada, segundo uma outra fonte, e outros encontros são esperados para esta semana antes do julgamento marcado para quarta-feira.
"As negociações estão caminhando. Já tem consenso em diversos itens. Em outros, busca-se um meio termo", disse a segunda fonte, que está próxima da situação, indicando que ainda não havia um acerto relacionado às principais marcas.
"Mas as conversas estão caminhando bem, não teve nenhum tipo de passo atrás", acrescentou.
Às 13h11, as ações da BRF subiam 0,40 por cento, enquanto o Ibovespa caía 1,9 por cento.
O papel reage bem hoje frente a queda generalizada no mundo.
Cade e BRF avançam em diálogo; votação é esperada na 4a--fontes
segunda-feira, 11 de julho de 2011 13:12 BRT
BRASÍLIA/SÃO PAULO - As negociações entre o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Brasil Foods (BRF) caminharam na última semana, mas ainda restam alguns itens para serem definidos antes de um acordo, disseram fontes próximas da negociação nesta segunda-feira.
A proposta que está na mesa envolve a alienação de marcas e até de ativos, disse uma das fontes, que não deu detalhes sobre o que está sendo fechado nas conversas entre Cade e BRF.
Jornais publicaram no final de semana que a BRF, que resultou da compra da Sadia pela Perdigão, negocia um acordo que prevê a suspensão temporária da marca Perdigão nos segmentos em que existe maior concentração de mercado.
"Acordo só está fechado quando é aprovado. Mas as conversas têm avançado", disse à Reuters uma das fontes que participa da negociação com o Cade.
Procurados, representantes da BRF não estavam imediatamente disponíveis para comentar o caso.
Executivos da BRF tiveram três reuniões no Cade na semana passada, segundo uma outra fonte, e outros encontros são esperados para esta semana antes do julgamento marcado para quarta-feira.
"As negociações estão caminhando. Já tem consenso em diversos itens. Em outros, busca-se um meio termo", disse a segunda fonte, que está próxima da situação, indicando que ainda não havia um acerto relacionado às principais marcas.
"Mas as conversas estão caminhando bem, não teve nenhum tipo de passo atrás", acrescentou.
Às 13h11, as ações da BRF subiam 0,40 por cento, enquanto o Ibovespa caía 1,9 por cento.
Fechamos G22
Fechamos petrG22 nos R$1,62 com R$0,22 de lucro pois petr fechou gap nos 23,08 e acreditamos que o mercado esta descontado, e amanhã teremos alta, mesmo que no repike da queda de hoje.
Abraços....
K...........
Abraços....
K...........
Cenário Mundial
O presidente Obama acaba de fazer seu pronunciamento sobre o pacote de corte do deficit, incremento de postos de emprego e aumento do teto de endividamento, enfatizando que os EUA têm que mexer profundamento neste assunto imediatamente, pois esta havendo uma crise de confiança no mercado de capitais, e que sobretudo, os EUA não vão deixar de pagar suas dividas, e que a negativa de um acordo entre republicanos e democartas seria uma irresponsabilidade.
Ao mesmo tempo, na europa os lideres do BCE e alguns ministros de finanças estão em negociação para salvar o sistema bancário italiano.
Imaginem o mercado sobre extremo stress e temerário em relação à estas decisões que ocorreram ao longo da semana.
Imaginem se estes lideres mundiais simplesmente vão sentar e ver o euro acabar ou os EUA virarem inadimplentes....
O indice DJ subiu quase 100 pts ao longo do pronunciamento e no intra podemo estar vendo a formação de um OCOI, figura de impulsão de alta.....
Ao mesmo tempo, na europa os lideres do BCE e alguns ministros de finanças estão em negociação para salvar o sistema bancário italiano.
Imaginem o mercado sobre extremo stress e temerário em relação à estas decisões que ocorreram ao longo da semana.
Imaginem se estes lideres mundiais simplesmente vão sentar e ver o euro acabar ou os EUA virarem inadimplentes....
O indice DJ subiu quase 100 pts ao longo do pronunciamento e no intra podemo estar vendo a formação de um OCOI, figura de impulsão de alta.....
Boa noticia !!!
IGP-M mantém queda, e deflaciona 0,21% na primeira prévia de julho
Bruno De Vizia | Valor
11/07/2011 8:20
SÃO PAULO - O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) deflacionou 0,21% na primeira prévia de julho. Na comparação com mesmo período de junho, o índice caiu 0,09%. O indicador, apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nos primeiros dez dias do mês, havia registrado queda de 0,18% em junho, revertendo alta de 0,43% em maio.
No primeiro decêndio de julho dois dos três componentes do IGP-M apresentaram deflação: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) recuou 0,36% e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) caiu 0,20%. Em junho ambos os índices haviam cedido, com queda de 0,45% para o IPA e recuo de 012% no IPC.
Na outra direção, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,66%. Em igual intervalo do mês anterior, o INCC havia registrado avanço de 2,97%. Na atual divulgação o componente relativo a materiais, equipamentos e serviços para a construção aumentou 0,39% e o componente relativo a custo de mão de obra apresentou alta de 0,93%.
Dentro do IPA, as principais contribuições para o recuo foram os movimentos no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de queda de 3,95% para alta de 0,90% entre a última e a atual divulgação. No item bens intermediários a taxa passou de deflação de 0,52% para avanço de 0,21%. Já o componente matérias-primas brutas caiu 1,46% nos primeiros dez dias de julho, frente a queda de 0,57% no mês anterior.
Já no IPC, cinco das sete classes de despesa componentes do índice registraram deflação. A principal contribuição para o recuo do índice foi o grupo alimentação, que passou de queda de 0,82% para recuo de 1,09%, com destaque para os itens laticínios, que passou de alta de 0,98% para queda de 0,60%, hortaliças e legumes, que acentuou queda ao passar de 3,73% para recuo de 4,38% e carnes bovinas, que havia recuado 0,06% em junho e deflacionou 0,78% na atual divulgação.
Bruno De Vizia | Valor
11/07/2011 8:20
SÃO PAULO - O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) deflacionou 0,21% na primeira prévia de julho. Na comparação com mesmo período de junho, o índice caiu 0,09%. O indicador, apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nos primeiros dez dias do mês, havia registrado queda de 0,18% em junho, revertendo alta de 0,43% em maio.
No primeiro decêndio de julho dois dos três componentes do IGP-M apresentaram deflação: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) recuou 0,36% e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) caiu 0,20%. Em junho ambos os índices haviam cedido, com queda de 0,45% para o IPA e recuo de 012% no IPC.
Na outra direção, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,66%. Em igual intervalo do mês anterior, o INCC havia registrado avanço de 2,97%. Na atual divulgação o componente relativo a materiais, equipamentos e serviços para a construção aumentou 0,39% e o componente relativo a custo de mão de obra apresentou alta de 0,93%.
Dentro do IPA, as principais contribuições para o recuo foram os movimentos no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de queda de 3,95% para alta de 0,90% entre a última e a atual divulgação. No item bens intermediários a taxa passou de deflação de 0,52% para avanço de 0,21%. Já o componente matérias-primas brutas caiu 1,46% nos primeiros dez dias de julho, frente a queda de 0,57% no mês anterior.
Já no IPC, cinco das sete classes de despesa componentes do índice registraram deflação. A principal contribuição para o recuo do índice foi o grupo alimentação, que passou de queda de 0,82% para recuo de 1,09%, com destaque para os itens laticínios, que passou de alta de 0,98% para queda de 0,60%, hortaliças e legumes, que acentuou queda ao passar de 3,73% para recuo de 4,38% e carnes bovinas, que havia recuado 0,06% em junho e deflacionou 0,78% na atual divulgação.
Abertura dos mercados
Os futuros americnos rondam a casa dos 12509, em baixa de 0,8%. Os mercados europeus derretem com a aversão de risko vinda da reunião do BCE sobre a Grecia e Italia.
O oleo cai cerca de 1,6% no mercado internacional,aos U$94,90.
O oleo cai cerca de 1,6% no mercado internacional,aos U$94,90.
UE reúne-se sobre Grécia e pode discutir Itália
segunda-feira, 11 de julho de 2011 07:22 BRT
BRUXELAS, 11 de julho - As autoridades financeiras da União Europeia realizam nesta segunda-feira conversações críticas sobre a Grécia e a Itália.
Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu, encontra-se com o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, e com o presidente do Eurogroup, Jean-Claude Juncker, por volta das 7h (horário de Brasília), antes de uma reunião com os ministros das Finanças da zona do euro ainda nesta segunda-feira.
O porta-voz de Van Rompuy descreveu o encontro, que também inclui o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e o comissário de assuntos econômicos e monetários, Olli Rehn, como uma reunião "de coordenação, não de crise".
Ele disse que a Itália não estará na agenda, mas fontes europeias afirmaram ser impossível não discutir a piora da situação lá, após um forte movimento de vendas de ativos do país, no que a mídia italiana classificou de sexta-feira negra.
BRUXELAS, 11 de julho - As autoridades financeiras da União Europeia realizam nesta segunda-feira conversações críticas sobre a Grécia e a Itália.
Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu, encontra-se com o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, e com o presidente do Eurogroup, Jean-Claude Juncker, por volta das 7h (horário de Brasília), antes de uma reunião com os ministros das Finanças da zona do euro ainda nesta segunda-feira.
O porta-voz de Van Rompuy descreveu o encontro, que também inclui o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e o comissário de assuntos econômicos e monetários, Olli Rehn, como uma reunião "de coordenação, não de crise".
Ele disse que a Itália não estará na agenda, mas fontes europeias afirmaram ser impossível não discutir a piora da situação lá, após um forte movimento de vendas de ativos do país, no que a mídia italiana classificou de sexta-feira negra.
China diz que controle da inflação é prioridade
segunda-feira, 11 de julho de 2011 07:22 BRT
XANGAI/PEQUIM, 11 de julho - O primeiro-ministro e o presidente do banco central da China prometeram nesta segunda-feira evitar que a elevada inflação prejudique a economia, reforçando as expectativas de mais aperto monetário.
O primeiro-ministro, Wen Jiabao, disse que conter a inflação é prioridade do governo, enquanto o chefe do BC, Zhou Xiaochuan, afirmou que a autoridade precisa tornar a estabilidade dos preços uma tarefa "mais proeminente e importante."
"Precisamos tratar a estabilização geral dos níveis de preços como principal prioridade de nossos controles macroeconômicos e manter a direção dos ajustes macroeconômicos", disse Wen.
XANGAI/PEQUIM, 11 de julho - O primeiro-ministro e o presidente do banco central da China prometeram nesta segunda-feira evitar que a elevada inflação prejudique a economia, reforçando as expectativas de mais aperto monetário.
O primeiro-ministro, Wen Jiabao, disse que conter a inflação é prioridade do governo, enquanto o chefe do BC, Zhou Xiaochuan, afirmou que a autoridade precisa tornar a estabilidade dos preços uma tarefa "mais proeminente e importante."
"Precisamos tratar a estabilização geral dos níveis de preços como principal prioridade de nossos controles macroeconômicos e manter a direção dos ajustes macroeconômicos", disse Wen.
domingo, 10 de julho de 2011
FIBRIA
Top pick no setor, banco eleva recomendação da Fibria para compra
SÃO PAULO – O Santander elevou sua recomendação para a Fibria (FIBR3) de manutenção para compra e introduziu seu preço-alvo para 2012 – R$ 28,00, o que representa um potencial de valorização de 37,19% em relação ao último fechamento. Com a revisão, a Fibria passa a ser a top-pick do banco no setor de papel e celulose.
O novo target do banco é menor do que os R$ 35,00 estimados anteriormente para o ano de 2011, já que o Santander também reduziu a projeção para o Ebitda (geração operacional de caixa) da empresa em 14% e 15% para 2011 e 2012, respectivamente, tendo em vista a revisão de 15% na estimativa para o câmbio e a venda da Conpacel para a Suzano (SUZB5), que teve sua recomendação rebaixada.
De acordo com os analistas Felipe Reis, Alex Sciacio e Victoria Santaella, a performance negativa de 22,01% no ano – enquanto os preços de celulose avançaram 8% no mesmo período – junto com o desconto de 22% em relação a média de seus pares da América Latina, criaram um ponto de entrada interessante para o papel. A equipe também ressalta o baixo risco associado às receitas da companhia e a melhoria de seu perfil de alavancagem como questões positivas.
Boas notícias podem vir em breve
Outro ponto ressaltado pelos analistas é a chance de que dois eventos ocorram em breve, o que funcionaria como catalisadores para a companhia – embora nenhum dos dois esteja previsto no modelo do banco.
De acordo com a eles, a venda de da fábrica de papel em Piracicaba e das terras no sul do País poderia levantar R$ 1,2 bilhões à Suzano, reduzindo a relação dívida líquida/Ebitda para 2,5 vezes, contrastando com as 2,9 vezes atuais.
Além disso, essa venda pode fazer com que a Fibria reganhe rating de investimento, diminuindo os custos de suas dívidas e aumentando a confiança do mercado acerca da expansão em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, que deverá ser entregue entre o fim de 2014 e o começo de 2015.
SÃO PAULO – O Santander elevou sua recomendação para a Fibria (FIBR3) de manutenção para compra e introduziu seu preço-alvo para 2012 – R$ 28,00, o que representa um potencial de valorização de 37,19% em relação ao último fechamento. Com a revisão, a Fibria passa a ser a top-pick do banco no setor de papel e celulose.
O novo target do banco é menor do que os R$ 35,00 estimados anteriormente para o ano de 2011, já que o Santander também reduziu a projeção para o Ebitda (geração operacional de caixa) da empresa em 14% e 15% para 2011 e 2012, respectivamente, tendo em vista a revisão de 15% na estimativa para o câmbio e a venda da Conpacel para a Suzano (SUZB5), que teve sua recomendação rebaixada.
De acordo com os analistas Felipe Reis, Alex Sciacio e Victoria Santaella, a performance negativa de 22,01% no ano – enquanto os preços de celulose avançaram 8% no mesmo período – junto com o desconto de 22% em relação a média de seus pares da América Latina, criaram um ponto de entrada interessante para o papel. A equipe também ressalta o baixo risco associado às receitas da companhia e a melhoria de seu perfil de alavancagem como questões positivas.
Boas notícias podem vir em breve
Outro ponto ressaltado pelos analistas é a chance de que dois eventos ocorram em breve, o que funcionaria como catalisadores para a companhia – embora nenhum dos dois esteja previsto no modelo do banco.
De acordo com a eles, a venda de da fábrica de papel em Piracicaba e das terras no sul do País poderia levantar R$ 1,2 bilhões à Suzano, reduzindo a relação dívida líquida/Ebitda para 2,5 vezes, contrastando com as 2,9 vezes atuais.
Além disso, essa venda pode fazer com que a Fibria reganhe rating de investimento, diminuindo os custos de suas dívidas e aumentando a confiança do mercado acerca da expansão em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, que deverá ser entregue entre o fim de 2014 e o começo de 2015.
Crise Européia
Van Rompuy chama reunião de emergência da UE por crise de dívida
domingo, 10 de julho de 2011 09:34 BRT
BRUXELAS - O chefe do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, convocou uma reunião de emergência para segunda-feira com altos funcionários da União Europeia para discutir os esforços para elaborar um segundo resgate para a Grécia e a inquietude pela pressão do mercado sobre a Itália, disseram à Reuters três fontes do bloco.
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e o comissário europeu para Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, foram convocados para o encontro em Bruxelas.
Está previsto que as conversas girem em torno da tentativa de garantir a participação do setor privado em um segundo pacote de resgate à Grécia e das crescentes preocupações com a Itália.
A reunião tentará chegar a um consenso mais claro entre os funcionários antes de que os ministros das Finanças da zona do euro se reúnam mais tarde na segunda-feira para tratar do tema da Grécia e dos resultados das provas de estresse dos bancos europeus, que devem ser divulgadas em 15 de julho.
domingo, 10 de julho de 2011 09:34 BRT
BRUXELAS - O chefe do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, convocou uma reunião de emergência para segunda-feira com altos funcionários da União Europeia para discutir os esforços para elaborar um segundo resgate para a Grécia e a inquietude pela pressão do mercado sobre a Itália, disseram à Reuters três fontes do bloco.
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e o comissário europeu para Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, foram convocados para o encontro em Bruxelas.
Está previsto que as conversas girem em torno da tentativa de garantir a participação do setor privado em um segundo pacote de resgate à Grécia e das crescentes preocupações com a Itália.
A reunião tentará chegar a um consenso mais claro entre os funcionários antes de que os ministros das Finanças da zona do euro se reúnam mais tarde na segunda-feira para tratar do tema da Grécia e dos resultados das provas de estresse dos bancos europeus, que devem ser divulgadas em 15 de julho.
sábado, 9 de julho de 2011
E prorrogaram a novela mais uma vez....isso deve pesar contra Petr4
Conselho da Petrobras avaliará novo plano de investimento dia 22
sexta-feira, 8 de julho de 2011 16:39 BRT
RIO DE JANEIRO - Os pedidos de mudanças no Plano de Negócios da Petrobras para o período 2011-2015 e as férias do ministro da Fazenda, Guido Mantega, adiaram para o dia 22 de julho a avaliação dos investimentos da empresa, que devem mesmo ficar bem próximos dos 224 bilhões de dólares previstos no plano anterior, disseram fontes próximas da situação.
Rejeitado por duas vezes pelo conselho de administração da estatal, presidido por Mantega, o Plano 2011-2015 será avaliado na próxima reunião ordinária do conselho, no dia 22, informou uma fonte.
"O trabalho ainda está sendo feito e vai ficar para a (reunião) ordinária", disse uma fonte pedindo anonimato.
Na primeira apresentação do plano, no valor de 250 bilhões de dólares, o conselho pediu um corte de 10 por cento, ou cerca de 25 bilhões de dólares, o que obrigou os executivos da companhia a remanejarem os projetos para uma segunda apresentação.
A segunda tentativa de aprovação do plano também fracassou, e o conselho pediu uma nova revisão.
sexta-feira, 8 de julho de 2011 16:39 BRT
RIO DE JANEIRO - Os pedidos de mudanças no Plano de Negócios da Petrobras para o período 2011-2015 e as férias do ministro da Fazenda, Guido Mantega, adiaram para o dia 22 de julho a avaliação dos investimentos da empresa, que devem mesmo ficar bem próximos dos 224 bilhões de dólares previstos no plano anterior, disseram fontes próximas da situação.
Rejeitado por duas vezes pelo conselho de administração da estatal, presidido por Mantega, o Plano 2011-2015 será avaliado na próxima reunião ordinária do conselho, no dia 22, informou uma fonte.
"O trabalho ainda está sendo feito e vai ficar para a (reunião) ordinária", disse uma fonte pedindo anonimato.
Na primeira apresentação do plano, no valor de 250 bilhões de dólares, o conselho pediu um corte de 10 por cento, ou cerca de 25 bilhões de dólares, o que obrigou os executivos da companhia a remanejarem os projetos para uma segunda apresentação.
A segunda tentativa de aprovação do plano também fracassou, e o conselho pediu uma nova revisão.
É disso que falavamos
Sacrifícios serão necessários por acordo sobre a dívida--Obama
sábado, 9 de julho de 2011 12:08 BRT
WASHINGTON - O presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou neste sábado que sacrifícios políticos serão necessários por parte de democratas e republicanos para que seja rompido um impasse orçamentário e se evite uma preocupante inadimplência da dívida norte-americana, que está cada vez mais próxima.
Pressionado para reduzir a taxa de desemprego norte-americana, que está em 9,2 por cento, Obama usou seu discurso semanal na rádio e na Internet para prometer buscar um acordo com seus opositores republicanos e tentar superar importantes discordâncias sobre impostos e cortes de gastos que, segundo ele, melhorarão o clima para a criação de empregos.
Ele vai se encontrar no domingo com importantes parlamentares norte-americanos de ambos os partidos, no que acredita venha a ser uma sessão para talvez iniciar as difíceis barganhas que serão necessárias para que se chegue a um acordo. Os negociadores estão trabalhando durante toda a semana.
"Ambos os lados terão que deixar suas zonas de conforto e fazer alguns sacrifícios políticos", disse Obama. "E concordamos que não podemos simplesmente tolerar deixar de pagar nossas obrigações nacionais pela primeira vez na nossa história."
Obama e o presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, o principal republicano do Congresso, estão tentando redigir um abrangente acordo orçamentário que asseguraria que a dívida nacional permaneça em um nível sustentável, cortando 4 trilhões de dólares do déficit orçamentário nos próximos dez anos.
sábado, 9 de julho de 2011 12:08 BRT
WASHINGTON - O presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou neste sábado que sacrifícios políticos serão necessários por parte de democratas e republicanos para que seja rompido um impasse orçamentário e se evite uma preocupante inadimplência da dívida norte-americana, que está cada vez mais próxima.
Pressionado para reduzir a taxa de desemprego norte-americana, que está em 9,2 por cento, Obama usou seu discurso semanal na rádio e na Internet para prometer buscar um acordo com seus opositores republicanos e tentar superar importantes discordâncias sobre impostos e cortes de gastos que, segundo ele, melhorarão o clima para a criação de empregos.
Ele vai se encontrar no domingo com importantes parlamentares norte-americanos de ambos os partidos, no que acredita venha a ser uma sessão para talvez iniciar as difíceis barganhas que serão necessárias para que se chegue a um acordo. Os negociadores estão trabalhando durante toda a semana.
"Ambos os lados terão que deixar suas zonas de conforto e fazer alguns sacrifícios políticos", disse Obama. "E concordamos que não podemos simplesmente tolerar deixar de pagar nossas obrigações nacionais pela primeira vez na nossa história."
Obama e o presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, o principal republicano do Congresso, estão tentando redigir um abrangente acordo orçamentário que asseguraria que a dívida nacional permaneça em um nível sustentável, cortando 4 trilhões de dólares do déficit orçamentário nos próximos dez anos.
ADR Fibria x IBOV x DJ e GOLL4
A ADR de fibria veio fechar um gap de alta deixado nos U$13,00, que impedia uma alta sustentada do papel, e aproveitou a virada de sexta do mercado americano junto com o rebaixamento de overmarket para neutro do Godman Sacks para fazê-lo. Lembramos que na semana passada foi o Itaú quem elevou a recomendação de neutro para overweight no papel.
O interessante é que o mesmo papel deixou um gap grande lá encima, no topo do movimento de alta para o fechamento do gap lá de trás, o que poderia significar até um novo topo do papel, porém, o suporte de ultimo fundo nos U$12,80 foi respeitado, e o papel acumulou ao longo de todo o dia nesse patamar, inclusive se recuperando no fim do pregão americano com o maior volume financeiro do dia, o que nos faz acreditar que poderemos ter uma recuperação imediata do papel até os U$13,30, ou 2,8%, podendo inclusive vir a fechar o gap de baixa deixado na sexta entre segunda e quarta desta semana.
Além disso, o papel aqui no Brasil sofreu da mesma maneira, e também deixou gap de baixa nos R$20,60, e hoje esta em sua menor cotação histórica,(só nesse ano o papel caiu mais de 30%, e desde o topo histórico mais de 50%) além de todos os indicadores técnicos estarem sobrevendidos como nunca em sua história, o que sugere um forte repike de curto prazo com objetivos em R$20,60 / R$21,13 / R$21,32 / R$22,00 e com força compradora e os bons drivers de curto prazo da empresa como a venda de um terreno no valor de U$450 MM para diminuição da alavacagem e a inauguração antecipada de sua nova planta produtiva já em agosto, podemos vir a fechar o gap deixado lá nos R$24,46, o que nos daria um relevante potencial de valorização de 23% no prazo de 4 a 5 semanas.
Ainda, acreditamos que por ter caido tanto ao longo dos ultimos meses, o problema de redução do preço da tonelada da celulose pela fraca demanda europeia ja estão precificados, e o papel esta muito descontado. na própria sexta o papel iria testar suas máximas aqui, não fosse o relatorio de criação de vagas de emprego americano.
O tempo so fecha mesmo se a ADR perder o forte suporte em que se encontra, podendo fazer o papel testar novas minimas, derivando em função da especulação do mercado ao invés de seus fundamentos.
Segue grafico ADR:
Segue grafico Brasil:
Acreditamos que o trabalho do governo americano ao longo deste fim de semana deve trazer boas novidades ao mercado ao longo dessa semana, e que poderemos ver o IBOV voltando para dentro de seu canal de alta de curto prazo, como havíamos comentado ao longo dessa semana.
Segue grafico IBOV diario :
Ainda, só para demonstrar o efeito do discurso, olha o aconteceu no intraday do DJ futuro depois do discurso do Obama na sexta :
Por fim, olhem o intraday de goll4 nos 15 minutos (cada candle equivale a 15 minutos de negócios), com o vazamento da noticia de compra da webjet....só insider consegue ganhar com coisas assim.... Quem comprou nos R$20,30 deve estar chorando nesse momento.
O interessante é que o mesmo papel deixou um gap grande lá encima, no topo do movimento de alta para o fechamento do gap lá de trás, o que poderia significar até um novo topo do papel, porém, o suporte de ultimo fundo nos U$12,80 foi respeitado, e o papel acumulou ao longo de todo o dia nesse patamar, inclusive se recuperando no fim do pregão americano com o maior volume financeiro do dia, o que nos faz acreditar que poderemos ter uma recuperação imediata do papel até os U$13,30, ou 2,8%, podendo inclusive vir a fechar o gap de baixa deixado na sexta entre segunda e quarta desta semana.
Além disso, o papel aqui no Brasil sofreu da mesma maneira, e também deixou gap de baixa nos R$20,60, e hoje esta em sua menor cotação histórica,(só nesse ano o papel caiu mais de 30%, e desde o topo histórico mais de 50%) além de todos os indicadores técnicos estarem sobrevendidos como nunca em sua história, o que sugere um forte repike de curto prazo com objetivos em R$20,60 / R$21,13 / R$21,32 / R$22,00 e com força compradora e os bons drivers de curto prazo da empresa como a venda de um terreno no valor de U$450 MM para diminuição da alavacagem e a inauguração antecipada de sua nova planta produtiva já em agosto, podemos vir a fechar o gap deixado lá nos R$24,46, o que nos daria um relevante potencial de valorização de 23% no prazo de 4 a 5 semanas.
Ainda, acreditamos que por ter caido tanto ao longo dos ultimos meses, o problema de redução do preço da tonelada da celulose pela fraca demanda europeia ja estão precificados, e o papel esta muito descontado. na própria sexta o papel iria testar suas máximas aqui, não fosse o relatorio de criação de vagas de emprego americano.
O tempo so fecha mesmo se a ADR perder o forte suporte em que se encontra, podendo fazer o papel testar novas minimas, derivando em função da especulação do mercado ao invés de seus fundamentos.
Segue grafico ADR:
Segue grafico Brasil:
Acreditamos que o trabalho do governo americano ao longo deste fim de semana deve trazer boas novidades ao mercado ao longo dessa semana, e que poderemos ver o IBOV voltando para dentro de seu canal de alta de curto prazo, como havíamos comentado ao longo dessa semana.
Segue grafico IBOV diario :
Ainda, só para demonstrar o efeito do discurso, olha o aconteceu no intraday do DJ futuro depois do discurso do Obama na sexta :
Por fim, olhem o intraday de goll4 nos 15 minutos (cada candle equivale a 15 minutos de negócios), com o vazamento da noticia de compra da webjet....só insider consegue ganhar com coisas assim.... Quem comprou nos R$20,30 deve estar chorando nesse momento.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Dados de emprego mexem com o mercado
Os dados de emprego americanos vieram todos levemente abaixo do esperado, e o mercador eagiu na hora. os futuros do DJ sairamd e +0,3% para -1% em questão de 3 minutos. Este movimento é muito mais especulativo do que real.
O futuro brasileiro esta na base no canal de alta de cutrto prazo, e caso respeite o suporte nos 62,300 pts, é bem capaz de reverter a tendência e voltar os 62.900.
Vamos aguardar a abertura dos negocios e a 1º hora de pregão.
Abraços...
K............
O futuro brasileiro esta na base no canal de alta de cutrto prazo, e caso respeite o suporte nos 62,300 pts, é bem capaz de reverter a tendência e voltar os 62.900.
Vamos aguardar a abertura dos negocios e a 1º hora de pregão.
Abraços...
K............
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Fechamento do mercado
A falta de força compradora e o grafico diario indicando o topo de três dias atras nos 63.800,junto com o gap de alta na abertura, forçaram mais um dia de realização no indice brasileiro.
Podemos testar a base do canal de alta de curto prazo, que hoje esta nos 61.700 pontos.
Fibria acabou cedendo nos ultimos minutos do pregão, mas houve grandes players entrando nos R$20,60, inclusive largando sobras de ordens de compra grandes. O papel bateu na base do canal de alta de curto prazo hoje, e mantém seu forte suporte nos R$20,40.
O Dow Jones bombou mais uma vez, e fechou em alta de 0,7%.
Amanhã o principal indice à ser divulgado é a taxa de desemprego americana, que deve vir acima das expectativas, visto que neste mês 3 das 4 divulgações vieram boas.
Os papeis do pão de acuçar mais uma vez cairam, e fecharam cotados abaixo dos R$70,00.
Aguardamos um dia de recuperação para o IBOV amanhã, indo de carona na empolgação internacional, mas que graficamente ficou feio para a ponta comprada ficou.
Abraços e boa noite;
K...................
Podemos testar a base do canal de alta de curto prazo, que hoje esta nos 61.700 pontos.
Fibria acabou cedendo nos ultimos minutos do pregão, mas houve grandes players entrando nos R$20,60, inclusive largando sobras de ordens de compra grandes. O papel bateu na base do canal de alta de curto prazo hoje, e mantém seu forte suporte nos R$20,40.
O Dow Jones bombou mais uma vez, e fechou em alta de 0,7%.
Amanhã o principal indice à ser divulgado é a taxa de desemprego americana, que deve vir acima das expectativas, visto que neste mês 3 das 4 divulgações vieram boas.
Os papeis do pão de acuçar mais uma vez cairam, e fecharam cotados abaixo dos R$70,00.
Aguardamos um dia de recuperação para o IBOV amanhã, indo de carona na empolgação internacional, mas que graficamente ficou feio para a ponta comprada ficou.
Abraços e boa noite;
K...................
Petr4
Poço no pré-sal tem a maior produção mensal da Petrobras
quinta-feira, 7 de julho de 2011 18:44 BRT
SÃO PAULO - O poço 9-RJS-660, no campo de Lula, no pré-sal da bacia de Santos, foi o que registrou a maior produção da Petrobras para o mês de maio, afirmou a companhia nesta quinta-feira em comunicado.
O poço, o primeiro a produzir comercialmente no pré-sal, atingiu produção média de 28.436 barris de óleo por dia.
"Esse resultado confirma o alto potencial dos reservatórios do pré-sal brasileiro, e, se considerarmos a produção de óleo mais gás natural, o volume alcançou 36.322 barris de óleo equivalente por dia (boed)", afirmou a Petrobras.
O campo de Lula tem reservas de 6,5 bilhões de boe, a maior jazida com volumes estimados provados do Brasil.
De acordo com a estatal, o poço foi o primeiro a ser interligado ao FPSO Cidade de Angra dos Reis.
"Além desse poço, já está conectado à plataforma um poço injetor de gás que, desde o início de abril de 2011, reinjeta no reservatório gás produzido pelo 9-RJS-660", afirmou a estatal.
A previsão é que o FPSO Cidade de Angra dos Reis esteja produzindo cerca de 100 mil bpd ao longo do ano de 2012.
O poço está em área operada pela Petrobras, no bloco BMS-11, sob concessão de consórcio integrado também pela BG Group (com 25 por cento de participação) e Galp Energia (10 por cento).
Recentemente, a BG Group duplicou sua estimativa para a sua parte das reservas de gás e petróleo na bacia de Santos, para 6 bilhões de barris.
A Petrobras não quis comentar a mudança na estimativa da BG.
quinta-feira, 7 de julho de 2011 18:44 BRT
SÃO PAULO - O poço 9-RJS-660, no campo de Lula, no pré-sal da bacia de Santos, foi o que registrou a maior produção da Petrobras para o mês de maio, afirmou a companhia nesta quinta-feira em comunicado.
O poço, o primeiro a produzir comercialmente no pré-sal, atingiu produção média de 28.436 barris de óleo por dia.
"Esse resultado confirma o alto potencial dos reservatórios do pré-sal brasileiro, e, se considerarmos a produção de óleo mais gás natural, o volume alcançou 36.322 barris de óleo equivalente por dia (boed)", afirmou a Petrobras.
O campo de Lula tem reservas de 6,5 bilhões de boe, a maior jazida com volumes estimados provados do Brasil.
De acordo com a estatal, o poço foi o primeiro a ser interligado ao FPSO Cidade de Angra dos Reis.
"Além desse poço, já está conectado à plataforma um poço injetor de gás que, desde o início de abril de 2011, reinjeta no reservatório gás produzido pelo 9-RJS-660", afirmou a estatal.
A previsão é que o FPSO Cidade de Angra dos Reis esteja produzindo cerca de 100 mil bpd ao longo do ano de 2012.
O poço está em área operada pela Petrobras, no bloco BMS-11, sob concessão de consórcio integrado também pela BG Group (com 25 por cento de participação) e Galp Energia (10 por cento).
Recentemente, a BG Group duplicou sua estimativa para a sua parte das reservas de gás e petróleo na bacia de Santos, para 6 bilhões de barris.
A Petrobras não quis comentar a mudança na estimativa da BG.
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